Paroxetina pode danificar ADN de espermatozóides

Estudo publicado na revista “New Scientist”

25 setembro 2008
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Um estudo realizado por investigadores do Centro Médico de Cornell, em Nova Iorque, observou que homens saudáveis que tomaram o fármaco paroxetina durante quatro semanas apresentaram danificações genéticas nos espermatozóides. O estudo foi divulgado na revista "New Scientist".
 

 

Nos testes, os especialistas recrutaram 35 homens que forneceram amostras de esperma antes e depois de tomarem o medicamento.
 

 

Em exames ao microscópio não foram verificadas diferenças na forma e no movimento dos espermatozóides entre as amostras fornecidas nos dois momentos.
 

 

No entanto, os testes de ADN mostraram que as amostras fornecidas antes do tratamento com o antidepressivo continham 13,8% de espermatozóides danificados; Quatro semanas mais tarde, esse índice tinha subido para 30,3%.
 

 

Os especialistas continuam a investigar se o aumento nos danos dos espermatozóides será suficiente para afectar a fertilidade masculina ou se os 70% dos espermatozóides restantes seriam capazes originar uma gravidez.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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