Padrão de sono na primeira infância veiculado a problemas cognitivos

Trabalho publicado na revista “Sleep”

10 setembro 2007
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As crianças que dormem menos de 10 horas por noite na primeira infância têm maior probabilidade de desenvolverem problemas cognitivos e comportamentais quando entram para a escola, mesmo que normalizem os seus padrões de sono.
 

 

A primeira grande investigação sobre o desenvolvimento de padrões de sono durante a infância foi desenvolvida por Jacques Montplaisir, do Centro de Doenças do Sono do Hospital do Sacré-Coeur de Montreal, no Quebeque, Canadá, e é publicada no número de Setembro da revista “Sleep”, da Academia Norte-americana de Medicina do Sono.
 

 

O estudo, que acompanhou a evolução anual dos padrões de sono dos cinco meses aos seis anos de idade de 1.492 crianças, conclui que a falta de sono nocturno, especialmente na primeira infância, pode afectar o desempenho cognitivo da criança na escola mesmo que esses padrões de sono se normalizem mais tarde e realça a necessidade de uma criança dormir pelo menos 10 horas por noite, especialmente até aos três anos e meio de idade.
 

 

Um questionário preenchido pelas mães permitia conhecer a Hiperactividade e Impulsividade (HI), a falta de atenção e horas de sono por dia em cada um daqueles anos por cada criança. As crianças foram ainda sujeitas a vários testes às competências linguísticas, visuais, espaciais e motoras. Foram identificados no estudo quatro grupos, relativamente ao tempo de duração do sono.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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