Óxido de azoto ajuda à sobrevivência de bebés prematuros

Químico em doses reduzidas reduz a incidência da doença pulmonar crónica

28 novembro 2003
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A inalação de óxido de azoto por bebés prematuros aumenta as suas probabilidades de sobrevivência e reduz o risco de doença pulmonar crónica, indica um estudo norte-americano publicado quinta-feira.A utilização deste químico em doses reduzidas em prematuros afectados com a síndroma da insuficiência respiratória do recém- nascido «reduz a incidência de doença pulmonar crónica e a morte», escrevem os autores do estudo realizado pelo departamento de pediatria da Universidade de Chicago (Illinois).Num grupo de bebés que inalou óxido de azoto, 51 (48,6 por cento) morreram ou ficaram afectados pela doença pulmonar crónica. Nos que receberam apenas placebo (substância de controlo sem efeitos médicos), esse número subiu aos 65 recém-nascidos (63,7 por cento), indicam os médicos na revista The New England Journal of Medicine. Um total de 207 recém-nascidos com menos de 34 semanas de gestação estiveram envolvidos na investigação.Um outro estudo publicado quarta-feira no Journal of the American Medical Association mostra que a administração de sulfato de magnésio a uma mulher antes do parto de um prematuro com menos de 30 semanas de gestação ajuda a reduzir os danos cerebrais e a mortalidade do recém-nascido.Este estudo australiano, dirigido por Caroline Crowther, da Universidade de Adelaide, mostra uma melhoria de 17 por cento na taxa de sobrevivência de crianças a cujas mães foi injectado sulfato de magnésio antes do nascimento.Fonte: Lusa

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