Os perigos dos óleos solares

Presidente da APCC lança alerta

23 julho 2007
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O presidente da Associação Portuguesa de Cancro de Pele (APCC) apelou às autoridades de saúde para que retirem do mercado os óleos solares, porque podem levar a lesões que degeneram em tumores.
 

 

Osvaldo Correia observou que aqueles produtos "têm um efeito enganoso" sobre os seus utilizadores, já que "ao transmitirem gordura à pele evitam o seu repuxar, transmitindo uma falsa sensação de que a pele não está a envelhecer".
 

 

Por outro lado, os óleos solares evitam a vermelhidão cutânea, levando a que as pessoas se exponham mais tempo ao sol, julgando não estar em perigo.
 

 

Sublinhando que os índices de protecção aconselháveis "são de 30 para cima", o presidente da APCC acentuou que, independentemente da falsa impressão de segurança transmitida por aqueles dois indicadores, aqueles produtos não evitam a penetração dos raios ultravioleta (UVA) nas camadas mais profundas da pele.
 

 

O presidente da APCC chamou a atenção para o facto de os próprios protectores solares com índices mais elevados "poderem ser prejudiciais, porque podem levar as pessoas a pensar que não precisam de outros tipos de protecção, como as sombras, as t-shirts e os óculos de sol.
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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