Os exames complementares de diagnóstico e terapêutica mais caros para o Estado

Cerca de 530 milhões de euros gastos todos os anos

06 outubro 2005
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Em um artigo publicado pelo jornal “Diário de Notícias”, os exames complementares de diagnóstico e terapêutica onde o Estado mais gasta por ano pertencem a áreas como análises clínicas, radiologia, diálise ou medicina física e de reabilitação.
 

 

De acordo com as associações do sector, ouvidas pelo jornal, o Ministério da Saúde paga cerca de 530 milhões de euros todos os anos. O exame de rastreio ao cancro da próstata e o TAC à coluna são aqueles em que o Estado mais gasta. No que toca aos tratamentos, a hemodiálise e às consultas de medicina física e reabilitação são as mais caras.
 

 

Segundo o jornal “Diário de Notícias”, a cada ano, 210 milhões de euros vão para as análises clínicas, enquanto a radiologia - o segundo sector de maior peso na despesa do Estado – conta com uma conta anual de 150 milhões de euros. A hemodiálise custa 120 milhões de euros por ano e a medicina física e de reabilitação 50 milhões de euros.
 

 

Fonte: Diário de Notícias
 

MNI-Médicos Na Internet
 

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