Órgãos extraídos a doentes em estado de coma

Reportagem revela realidade macabra na Rússia

07 setembro 2003
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Um grande número de extracções de rins, presumivelmente realizadas em cadáveres de pacientes mortos nos hospitais de Moscovo, foram de facto efectuadas em doentes ainda vivos, indicou domingo a cadeia pública Rossia.
 

 

Apesar da lei proibir qualquer extracção de órgãos menos de meia hora após a constatação da morte, os cirurgiões do Centro de Coordenação de doação de órgãos da cidade de Moscovo efectuaram este ano dezenas de operações em pacientes em estado de coma.
 

 

Segundo a reportagem, as vítimas dessas extracções ilegais são pessoas sem domicílio fixo. Os anestesistas são pagos para fechar os olhos a estes casos, enquanto os rins extraídos, que valem até 36 mil euros no mercado negro, se destinam a doentes ricos.
 

 

Fonte: Lusa
 

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