Opinião dos profissionais de saúde sobre a lei do tabaco

Estudo divulgado pela Marktest

01 junho 2008
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Um inquérito feito junto dos profissionais de saúde revela que quase metade dos inquiridos (47%) considera a lei do tabaco pouco ou nada restritiva, segundo uma nota enviada pela Marktest, empresa de estudos de mercado.
 

 

O estudo foi realizado junto de uma amostra aleatória de 650 profissionais de saúde (médicos de várias especialidades) entre os dias 13 de Fevereiro e 2 de Abril de 2008.
 

Segundo a sondagem, verifica-se globalmente uma divisão de opinião: Quase metade dos profissionais de saúde inquiridos considera que a lei é pouco ou nada restritiva. Por outro lado, 44% considera que é uma lei restritiva à prática tabágica, principalmente os profissionais que têm este hábito: 70% dos profissionais que fumam consideram esta lei muito restritiva.
 

 

Embora não se observe uma opinião dominante quanto à lei ser ou não restritiva, é opinião da maioria dos profissionais saúde (84%) que esta lei irá ter repercussões ao nível da prática tabágica e que vai influenciar a redução do consumo de tabaco.
 

 

No entanto, 48% dos inquiridos, enquanto profissionais de saúde que podem prestar ajuda na cessação tabágica, não têm sentido aumento da procura de ajuda para deixar de fumar.
 

Sobre os métodos mais procurados, os profissionais de saúde indicam que os tratamentos farmacológicos são aqueles que têm tido maior adesão (26,2%), seguidos das consultas de grupo e individuais (15,1%).
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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