Onze pessoas morreram nas praias em Agosto

Mais três que no ano passado

05 setembro 2004
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  Onze pessoas morreram em Agosto nas praias portuguesas, mais três do que no mesmo período de 2003, segundo um balanço oficial ontem divulgado, que indica que a maioria das mortes (oito) aconteceu em praias sem vigilância. Das onze vítimas mortais - nove homens e duas mulheres -, duas tinham menos de dezoito anos, de acordo com uma nota de imprensa do Gabinete do Chefe de Estado-Maior da Armada. A maior parte das mortes - quase todas por afogamento à excepção de uma mulher que, na praia de Santa Eulália, Albufeira, deverá ter sofrido de doença súbita - aconteceu em praias não vigiadas (oito, mais quatro que no ano passado). Em locais com vigilância, morreram três pessoas, menos uma do que em 2003, situação atribuída ao «desrespeito pelo sinal de bandeira vermelha, pelas instruções e aconselhamento dos nadadores-salvadores». Em relação às praias não vigiadas, uma das principais causas de morte é o afogamento por arrastamento, resultante de fortes correntes. «Na maioria das vezes, (os utentes) não sabem nadar, sendo arrastados para zonas onde não têm pé», explica a nota. Os acidentes mortais registaram-se na Praia da Nazaré, Praia de Santa Eulália (Albufeira), Praia Grande (Sintra), Praia Internacional (Matosinhos), Praia do Campismo (Vila do Conde), Praia do Areão (Vagos, dois em dias distintos), Caneiro dos Dois Irmãos Miramar (Gaia), Praia do Carreço sul (Viana do Castelo) e Praia do Pedrógão sul (Leiria). Fonte: Lusa

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