Oncologistas europeus criticam não-comparticipação de fármacos para a doença

Congresso Europeu debate novas terapêuticas

02 outubro 2007
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A dificuldade no acesso às novas terapêuticas oncológicas foi o tema principal do Workshop europeu realizado em Barcelona, integrado no European Congress Conference of Oncology (ECCO) subordinado ao tema “A Question of Time – are people with câncer missing out?”.
 

 

Todos os países representados (Espanha, Inglaterra, Eslovénia, EUA, entre outros) estão de acordo que o National Institute for Health and Clinical Excelence, em Inglaterra (NICE) não é um exemplo a seguir. Segundo Joaquim Bellmunt, Chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Del Mar em Barcelona, “a subvalorização das indicações terapêuticas e a não comparticipação no caso dos medicamentos mais dispendiosos, são algumas das razões que levam à desvalorização deste Instituto” que já é apelidado de nasty (maldoso).
 

 

A sublinhar ainda que o NICE, que serve de “modelo” para a nova legislação em Portugal, em nove anos de actuação, e com duas mil propostas de medicamentos apresentadas, somente aprovou 35.
 

 

Sabe-se agora que as terapêuticas oncológicas inovadoras estão a ser condicionadas por toda a Europa, e Portugal não é excepção, ao nível da comparticipação e prescrição, mesmo após a aprovação dada pela agência Europeia do Medicamento (EMEA).
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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