Obras de arte aumentavam pressão arterial dos utentes

Estudo numa clínica canadiana

08 janeiro 2007
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Obras de arte que visavam animar os pacientes de uma clínica de Cardiologia no Canadá tiveram de ser retiradas depois de queixas de que as pinturas provocavam tensão e aumentavam a pressão arterial dos utentes, revela um estudo canadiano que será apresentado em Abril na conferência "Society for the Arts in Healthcare", em Nashville (EUA).
 

 

"A ideia era iluminar a clínica, torná-la mais viva, mas as obras escolhidas acabaram por contribuir para aumentar ligeiramente a pressão sanguínea dos doentes", explicou Robert Roberts, médico e director do University of Ottawa Heart Institute.
 

 

Para a experiência foram alugadas cem telas do Banco de Arte do Canadá. As pinturas utilizadas na experiência incluíram cinco quadros da artista Shirley Brown, denominados "The Queens". A outra obra era de Paul Butler, com o título: "chegar aí é a metade da diversão". A pintura foi considerada má escolha para receber os pacientes que se dirigiam à sala de cirurgia.
 

 

A pintura de um gorila também foi tirada da recepção da clínica e colocada perto das casas de banho. "Saber o que é e onde colocar é parte da experiência", explicou Roberts, acrescentando que, por enquanto, “descobrimos que é importante ter pinturas alegres e coloridas, mais com um conteúdo sério".
 

 

MNI- Médicos na Internet

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