Obesidade e sedentarismo aumentam os riscos de fibromialgia

Estudo publicado na revista “Arthritis Care & Research”

04 maio 2010
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Mulheres com excesso de peso ou obesas, em especial aquelas que não fazem exercício ou que se exercitam menos de uma hora por semana, apresentam um risco mais elevado de desenvolver fibromialgia, sugere um estudo publicado na revista “Arthritis Care & Research”.

 

A fibriomialgia é uma condição caracterizada por dor muscular e articular generalizada.

 

No estudo, liderado por Paul Mork, do Norwegian University of Science and Technology in Trondheim, Norway, foram avaliados dados de 15.990 mulheres, recolhidos no período entre 1984 e 1986 e entre 1995 e 1997.

 

Os cientistas verificaram que as mulheres que tinham um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25, o qual indica excesso de peso, apresentaram uma maior probabilidade (entre 60% a 70%) de fazer parte dos 380 casos de fibromialgia diagnosticados durante o estudo.

 

Pelo contrário, mesmo apresentando excesso de peso ou obesidade, o risco era menor para as mulheres que eram fisicamente activas, facto salientado pelos cientistas que sublinham os benefícios da actividade física.

 

Os cientistas ainda não desvendaram os mecanismos exactos que relacionam o excesso de peso e a obesidade com um risco aumentado de fibromialgia, mas algumas investigações têm sugerido que o aumento dos níveis de determinadas proteínas inflamatórias podem desempenhar um papel importante em ambas as patologias.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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