O que está dentro da cabeça de um Hobbit?
13 março 2005
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Análises do pequenino crânio do Homo floresiensis --um hominídeo-anão que viveu na Indonésia há 13 mil anos-- confirmam que é uma espécie única, mas que revela características avançadas para um cérebro tão pequeno.
 

 

A caveira e outros ossos de uma mulher e fragmentos do esqueleto de outras seis pessoas foram descobertos nas cavernas da ilha das Flores, na Indonésia, em 2003, mas apenas apresentados em Outubro do ano passado.
 

 

O pequeno homem media apenas um metro de altura e tinha um crânio de um terço do tamanho do dos humanos modernos.
 

 

No entanto, afirmam os cientistas que analisaram os fragmentos do crânio, este pequeno homem possuía características morfológicas bastante avançadas, incluindo uma, associada a complexos processos cerebrais que existem nos homens actuais. Dean Falk, especialista na evolução cerebral da Universidade da Flórida (EUA), e co-autor do estudo, afirmou à revista especializada «Nature» que «o cérebro tem uma extraordinária morfologia e é diferente de tudo o que vi nos últimos 30 anos».
 

 

A descoberta vem reforçar a teoria de que o Homo floresiensis tinha inteligência e ferramentas normalmente associadas aos cérebros humanos mais avançados. Aliás, explicou o cientista, foram encontrados ossos carbonizados de animais, o que pode quer dizer que estes homens em miniatura caçassem, fizessem ferramentas e usassem o fogo.
 

 

MNI_Médicos na Internet
 

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