O que é mais stressante que um divórcio?

Tentar evitar e combater os vírus dos computadores

13 junho 2005
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Combater os maléficos vírus que atacam os nossos de computadores pode ser mais stressante que um divórcio, de acordo com um estudo europeu.
 

 

O estudo, realizado com gestores de tecnologia de 500 empresas europeias, refere que embora a maioria das firmas tenha software para combater vírus, spams (e-mail indesejado) e phishing (golpes em busca de senhas, envolvendo falsos sites de bancos), poucos sistemas oferecem protecção adequada.
 

 

Cerca de 20 por cento dos que responderam à pesquisa disseram que o stresse de proteger o empregador é pior do que o provocado por eventos como casamento, mudança de casa ou separação.
 

 

A pesquisa mostrou que a maioria dos gestores de tecnologia acha que seria demitida se deixasse a empresa sofrer um problema sério de segurança.
 

 

O estudo foi feito para descobrir o nível de confiança dos gestores de tecnologia nos sistemas usados para controlar as diferentes ameaças tecnológicas.
 

 

Nos últimos 18 meses, tem vindo a crescer o número de ameaças a empresas e a empregados em função da proliferação de vírus e de ataques a bancos online por «gangues de phishing».
 

 

Ao contrário do que acontecia há poucos anos, agora muitos dos programas de ataque à segurança são feitos com os objectivos explicitamente criminosos.
 

 

Apesar do aumento da ameaça de ataques criminosos e da seriedade deles, a pesquisa constatou que 91 por cento destes profissionais acredita que os seus sistemas de segurança são completos e bons para manter a segurança.
 

 

No entanto, também foi verificado que muitas empresas não tinham sistemas para se defenderem de alguns dos problemas mais comuns de segurança, sugerindo que é errada a confiança nos sistemas de protecção.
 

 

A pesquisa descobriu, por exemplo, que apenas 30 por cento dos que participaram do estudo tinham equipamentos para impedir que os empregados operassem como hackers em sistemas internos ou programas para impedir a introdução em documentos confidenciais.
 

 

Traduzido e adaptado por:
 

Paula Pedro Martins
 

Jornalista
 

MNI-Médicos Na Internet
 

 

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