O flagelo da Sida na África

ONU alerta para desconhecimento sobre a doença no continente

23 junho 2002
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A ONU alertou no domingo para a ignorância sobre a SIDA, as suas causas e efeitos, no continente africano. Segundo a organização, o desconhecimento sobre a doença é ainda muito frequente nos países em vias de desenvolvimento, 20 anos depois da descoberta do vírus, que já matou 24 milhões de pessoas em todo o mundo.
 

 

Um estudo levado a cabo pelas Nações Unidas em 39 países em vias de desenvolvimento na África, Ásia, América Latina e Caribe conclui que um quarto das pessoas pensa ainda que a SIDA é poucas vezes fatal e um terço das mulheres desconhecem as formas de se protegerem do vírus.
 

 

Cerca de 40 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de SIDA ou estão infectados com o HIV, a maioria dos quais na África sub-sahariana.
 

 

A maioria dos homens, entre 60 e 90% dependendo dos países, modificaram o seu comportamento para evitar o contágio. No entanto, apenas na metade dos países a maioria das mulheres mudaram os seus hábitos para se protegerem.
 

 

Quanto aos preservativos, a maioria dos homens e das mulheres questionados conhecem-nos, mas consideram-nos mais um anticoncepcional do que um modo de evitar o contágio.
 

 

O mesmo estudo conclui ainda que a transmissão de mensagens sobre a SIDA na rádio contribui fortemente para a consciencialização do problema, pelo que a ONU defende que se utilize este meio de comunicação para campanhas de prevenção da doença.
 

 

Fonte:Diário Digital
 

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