O “estado da Saúde” dentro das Prisões Portuguesas

Debate reúne especialistas no Porto

04 novembro 2006
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O “estado da saúde” dentro das prisões é o mote para o debate que reúne hoje na Ordem dos Médicos, no Porto, dezenas de especialistas nacionais e estrangeiros. A questão da toxicodependência nas prisões será abordada pelos especialistas nacionais, João Goulão, presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) e Luís Patrício, do Centro de Atendimento a Toxicodependentes (CAT) das Taipas. No campo internacional, Acín Garcia, do Estabelecimento de Aranjuez de Madrid, apresenta o programa de redução de riscos em meio prisional implantado nesta cadeia espanhola e que faz deste estabelecimento um exemplo no combate às doenças infecto-contagiosas a nível mundial. A partir das 9h30 será debatida a problemática da Hepatite em Meio Prisional, pelos especialistas nacionais Rui Pinto (Hospital Prisional São João de Deus) e Ana Horta Aboim (Hospital Joaquim Urbano). Estarão ainda presentes neste debate Amélia Bentes (Directora Clínica do Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira), José Guimarães dos Santos (Santa Casa Misericórdia, Porto), Laura Rios (Delegada Regional do IDT - Norte), entre outros. De acordo com a OMS, Portugal é um dos países europeus onde os reclusos continuam a ter estilos de vida pouco saudáveis, com acesso facilitado a álcool, drogas e maior probabilidade de contrair doenças infecto-contagiosas. Recentemente foi apresentado pelo Governo o Plano Nacional para o Combate à Propagação de Doenças Infecto-Contagiosas em Meio Prisional, que prevê a troca e distribuição de seringas nas prisões, a introdução de kits de agulhas para a realização de piercings e tatuagens e ainda preservativos e lubrificantes. MNI-Médicos Na Internet

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