Novos dados científicos sobre Pré-Eclâmpsia

Estudo divulgado no New England Journal of Medicine

02 novembro 2006
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Uma equipa do National Institutes of Health (NIH) dos EUA descobriu que mulheres com Pré-Eclâmpsia acumulam altas concentrações de duas proteínas vários meses antes de desenvolverem o problema.
 

 

O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, foi concluído depois de serem analisados resultados de exames de sangue de 4,5 mil mulheres grávidas.
 

 

Os cientistas que trabalharam no estudo descobriram que 120 mulheres que participaram nos testes e desenvolveram Pré-Eclâmpsia durante a gravidez tinham no sangue alta concentração da forma solúvel de duas proteínas - endoglina e tirosina-quinase 1 tipo fms - em comparação com as que não desenvolveram a condição.
 

Níveis elevados das proteínas podem ser encontrados até três meses antes do desenvolvimento da doença.
 

 

Para os cientistas, no entanto, ainda não ficou esclarecido exactamente como é que o desequilíbrio causou a Pré-Eclâmpsia, embora tenham sugerido que esse facto pode privar os vasos sanguíneos de nutrientes essenciais, levando-os à debilidade e à morte.
 

 

Embora os resultados sejam promissores, os especialistas ressalvaram, porém, que a perspectiva de ter um teste antecipado e a eventual cura ainda é distante.
 

 

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