Novo tratamento para a Esclerose Múltipla

Interferon beta-1 b possibilita tratamento intensivo

20 março 2002
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O tratamento com interferon beta-1b possibilita um tratamento contínuo e intensivo, o que diminuiu, a longo prazo, as manifestações da Esclerose Múltipla (EM).
 

 

Esta é a principal conclusão do último simpósio promovido pelo laboratório Schering AG, sob o tema "Os Novos Aspectos no Tratamento da Esclerose Múltipla com Interferon Beta-1b".
 

em Viena de Áustria.
 

 

Além dos novos critérios de diagnóstico, o simpósio também apresentou uma análise exaustiva do tratamento com interferon beta-1b. Os dados garantem a qualidade de vida dos doentes, desde que o tratamento seja iniciado precocemente (assim que aparecem os sintomas) e de forma intensiva (dia sim dia não). "Da análise do tratamento da EM concluímos que a terapêutica, precoce e frequente com doses elevadas de interferon beta-1b, reduz os surtos da doença", concluiu George Rice, professor do Departamento das clínicas neurológicas da Universidade de Ontário, Canadá.
 

 

Esta apreciação, efectuada sobre um universo sujeito acaso, do interferon durante um período que se prolonga há mais de 12 anos revela excelentes níveis de tolerância por parte destes doentes. Note-se que o período de tratamento em foco (12 anos) é o mais longo avaliado até à data.
 

 

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença inflamatória desmielinizante que afecta o Sistema Nervoso Central, ocorrendo entre os 15 e os 50 anos, com maior incidência em indivíduos do sexo feminino. Em Portugal estima-se que
 

existam cerca de cinco mil casos.
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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