Novo tipo de Biopsia aos linfonodos mostra-se promissor

Técnica apresentada na Conferência Europeia sobre o Cancro

10 outubro 2007
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Uma nova técnica que recorre a uma agulha fina guiada por ultra-som para fazer Biopsia a um gânglio linfático poderá poupar o sofrimento a milhares de doentes oncológicos que efectuam exames cirúrgicos para verificar se a doença se disseminou.
 

 

Um novo estudo, apresentado na Conferência Europeia sobre o Cancro, realizada recentemente em Barcelona, Espanha, concluiu que esta técnica menos invasiva tem uma taxa de erro de apenas 1%. A pesquisa testou a acuidade da nova técnica em 590 doentes, que realizaram este exame antes de se submeterem à Biopsia cirúrgica para retirar tecido para análise.
 

 

«A aspiração com a agulha fina detectou células cancerosas nos gânglios linfáticos de metade dos pacientes, que mais tarde vieram a revelar ter a doença, através do procedimento cirúrgico. Na maioria dos casos em que não detectou, o tumor era muito pequeno, além de que estes pacientes tinham um prognóstico de sobrevivência semelhante ao daqueles onde a doença não se espalhou. O estudo demonstra que esta técnica é muito precisa, pelo que recomendamos que seja utilizada antes de se realizar Biopsias os gânglios linfáticos, de maneira a reduzir operações desnecessárias», explica Christaine Voit, líder do estudo na Universidade Médica de Berlim, Alemanha.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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