Novo método permite detectar anomalias genéticas no feto

Mais uma ferramenta de diagnóstico pré-natal

02 fevereiro 2002
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Uma simples amostra de sangue recolhida durante os
 

primeiros meses de gravidez vai permitir detectar se o feto tem determinadas anomalias genéticas, graças a um novo método desenvolvido por cientistas franceses.
 

 

O novo sistema substitui os existentes até ao momento,
 

como a amniocentese (exame realizado ao líquido do saco amniótico onde se desenvolve o bebé) ou a biópsia das vilosidades coriónicas (extracção de uma pequena porção da placenta de modo a obter células do feto).
 

 

A nova técnica "não agressiva" detecta anomalias genéticas
 

como a trissomia 21 (síndrome de Down), a mucoviscidose (afecção hereditária recessiva caracterizada por uma viscosidade anormal dos diferentes mucos segregados pelo organismo) e certas formas de atrofia muscular através da análise do sangue do feto e da mãe.
 

 

Segundo a investigadora francesa Patrizia Paterlini-Bréchot, responsável pela invenção do novo método, as células do feto são mais gordas que as da mãe, o que possibilita a sua diferenciação.
 

 

Em condições normais, o feto deixa passar uma célula por
 

cada mililitro de sangue materno, mas em caso de anomalia o número de células que passa é maior.
 

 

Fonte: Lusa

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