Novo método para travar Alzheimer inclui investigador português

Técnica apresentada no FASEB Journal

10 outubro 2006
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Uma equipa internacional em que participa o cientista português Tiago Outeiro desenvolveu um método de observação das interacções moleculares intracelulares, considerado um importante avanço no estudo e tratamento de doenças neurodegenerativas, como as de Parkinson e Alzheimer. O novo método vem descrito na última edição do órgão da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental, o FASEB Journal.
 

 

As doenças neurodegenerativas resultam de interacções e depósitos aberrantes destas proteínas. A nova técnica, denominada "Fluorescence Lifetime Imaging Microscopy" (FLIM), destina-se "a medir o tempo de vida dos fluoróforos por microscopia", e foi desenvolvida por uma equipa formada por cientistas do Massachusetts General Hospital, EUA, e da Universidade de Rogensburg, Alemanha. “A técnica utilizada permitiu a identificação de como uma proteína designada Hsp70, da família das chaperones moleculares, pode interferir neste processo, por alterar os tipos de interacções verificados”, explicou o investigador à Lusa.
 

 

O trabalho de Tiago Outeiro, que é doutorado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) tem sido centrado no estudo dos mecanismos moleculares que levam ao aparecimento de doenças, como as de Alzheimer e Parkinson. O investigador participou na criação de uma empresa de biotecnologia nos EUA e fundou recentemente em Portugal uma empresa dessa área, situada no Taguspark (Oeiras).
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

MNI-Médicos Na Internet
 

 

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