Nova esperança para os amputados

Braço artificial mexe-se com o pensamento

05 julho 2005
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Investigadores do Instituto de Reabilitação de Chicago, estado norte-americano do Illinois, testaram com êxito num paciente um braço artificial que se move com o pensamento. O braço artificial foi aplicado a Jesse Sullivan, um homem que perdeu os dois membros superiores ao tocar em cabos de transporte de energia, quando fazia reparações nas linhas, em Tennessee.
 

 

«Quando Jesse pensa em fechar a mão, o impulso é recolhido por um transmissor que o envia para a mão artificial. Ele pensa em fechar a mão e a mão fecha-se», afirmaram os investigadores.
 

O braço tem uma capacidade de rotação de 360 graus e actua poucos segundos depois de receber a ordem de movimento. Numa segunda fase de desenvolvimento, o braço artificial vai ser dotado de minúsculos sensores que vão permitir ao paciente recuperar em certa medida o poder do tacto e a sensibilidade ao calor.
 

 

O braço artificial, segundo os investigadores, vai mudar a vida de pessoas que vivem sem os membros superiores, de doentes com lesões na coluna vertebral ou vítimas de ataques apoplécticos.
 

O preço final calculado para cada braço será de seis milhões de dólares (cinco milhões de euros).
 

 

Fonte: Lusa
 

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