Neurologista defende que guerra biológica tem de ser combatida com tranquilidade
14 outubro 2001
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António Damásio, neurologista português radicado nos Estados Unidos, afirmou, em Santa Maria da Feira, que «há de facto perigo de uma guerra química e biológica, mas a melhor forma de reagir é manter a tranquilidade».
 

 

Damásio, que falava no final de uma conferência sobre a consciência promovida pela Porto 2001 e pelo IPATIMUT, salientou as dificuldades que os terroristas terão em lançar um ataque químico ou bacteriológico indiscriminado.
 

 

Face aos perigos levantados pela bactéria do carbúnculo, que já contagiou várias pessoas nos Estados Unidos, António Damásio, aconselhou a quem suspeite de algum tipo de contágio a falar de imediato com as autoridades responsáveis pela despistagem da doença e pelo seu combate.
 

 

Questionado sobre as consequências psicológicas dos atentados de 11 de Setembro nas mentes dos sobreviventes e dos familiares das vítimas, o neurologista afirmou que elas são «profundamente traumáticas e extremamente marcantes».
 

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