«Narizes electrónicos» em Portugal

Rolheiros querem novo mecanismo nas suas linhas de produção

27 setembro 2004
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A indústria corticeira portuguesa avalia a possibilidade de adaptar «narizes electrónicos» anti-odores às suas cadeias de produção de rolhas, disse o secretário-geral da Associação Portuguesa da Cortiça (APCor), Joaquim Lima.Na avaliação colaborarão Eugenio Martinelli, da Universidade Tor Vergata de Roma (Itália), e Julian Gardner da Universidade Warwick (Inglaterra), que têm realizado investigação sobre sistemas olfactivos artificiais, no âmbito do projecto europeu Nosey.Controlo de qualidade de alimentos, monitorização da poluição ambiental e até mesmo identificação de alimentos degradados nos frigoríficos inteligentes já são possíveis com sistemas programados para detecção de aromas estranhos. Mesmo nas linhas de produção, estes «narizes electrónicos» já são usados para detectar e separar automaticamente embalagens de plástico com aromas residuais dos polímeros, faltando agora testar a sua eficácia na produção rolheira.Joaquim Lima descreveu o «nariz electrónico» como «mais um» instrumento de combate ao chamado «sabor a rolha», que enfraquece o sector na disputa com o crescente mercado de vedantes alternativos de plástico, metal ou vidro.Em Abril passado já tinha sido divulgado um método inovador que ajuda a eliminar o composto responsável pelo sabor a mofo nas rolhas de cortiça.Fonte: Lusa

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