Mulheres são mais vulneráveis à Sida

Alerta de especialistas

30 julho 2012
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As mulheres são particularmente vulneráveis à Sida sendo desta forma necessário ir muito mais longe do que o atual foco nas grávidas para abordar o problema, alertam os especialistas.
 

A notícia avançada pela agência Lusa refere que este alerta surge como resultado do facto de se ter constatado que em 2011 foram infetadas 1,2 milhões de mulheres, maioritariamente de países desenvolvidos.
 

De acordo com as estatísticas divulgadas na semana passada pela ONUSida, as taxas de infeção entre as jovens dos 15 aos 24 anos são duas vezes superiores às dos rapazes da mesma faixa etária.
 

A infeção pelo VIH é a principal causa de mortalidade entre as mulheres em idade fértil.
 

"Não podemos sequer começar a falar em pôr fim à Sida enquanto uma parte tão importante do impacto da epidemia continuar a afetar tão fortemente as mulheres", revelou Diane Havlir, da University of California, nos EUA.
 

A médica defendeu que são necessárias "novas abordagens de prevenção com antirretrovirais e microbicidas", já que as mulheres têm maior risco de transmissão do HIV do que os homens nas relações heterossexuais sem preservativo.
 

Em muitos países, não têm sequer poder de exigir aos parceiros que usem proteção e são muitas vezes vítimas de abuso sexual.
 

Para a diretora adjunta da UNICEF, Geeta Rao Gupta, "foram alcançados progressos substanciais nos últimos anos, mas o objetivo está longe de ser atingido quando as taxas de infeção se mantêm persistentemente elevadas entre os adolescentes, particularmente as raparigas".

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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