Mortalidade prematura: um desafio a combater

Declarações do diretor-geral da Saúde

29 outubro 2012
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Um dos principais desafios da saúde pública em Portugal é a redução da mortalidade prematura, de acordo com o diretor-geral da Saúde, Francisco George.
 

“Estamos confrontados com uma luta, que temos de ganhar, de redução da mortalidade prematura e este será um dos principais desafios que temos pela frente. Há muitos portugueses que ainda morrem, diria, antes de tempo”, revelou à agência Lusa Francisco George, referindo que 24,3% dos portugueses “não celebra os 70 anos de idade”.
 

Francisco George fez uma conferência sobre “Os desafios da saúde pública no Século XXI”, na sessão protocolar do III Congresso Nacional de Saúde Pública, que começou hoje nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC-CHUC).
 

“Vamos ter de analisar bem quais são as causas que explicam este fenómeno da mortalidade prematura e as causas dessas causas, e, naturalmente, vamos ter de definir metas - algumas delas já estão definidas nos nossos programas e no Plano Nacional de Saúde - e até compromissos internacionais, no contexto da OMS [Organização Mundial de Saúde]”, disse.
 

De acordo com o diretor-geral da Saúde, “os ingleses têm uma taxa de mortalidade prematura de 20%”, e Portugal vai ter de fazer descer a sua taxa, “até ao final do plano, para 19%”.
 

O secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, também referiu que a saúde pública “é um dos pilares mais importantes da política de qualquer país".

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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