Mortalidade infantil por Malária diminui quando médicos recebem subsídio extra

Estudo efectuado na Guiné-Bissau

02 novembro 2007
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A mortalidade infantil por Malária cai para metade quando médicos e enfermeiros recebem um subsídio extra e um apoio continuado na prestação dos cuidados de saúde, revela um estudo realizado num hospital para crianças na Guiné-Bissau.
 

 

Depois de concluírem que um melhor acesso aos medicamentos não reduzia a mortalidade de forma significativa, os investigadores do Projecto de Saúde Bandim decidiram verificar se uma melhoria das condições de trabalho dos funcionários seria mais eficaz.
 

 

O estudo do Projecto de Saúde Bandim incidiu em 951 crianças com menos de cinco anos hospitalizadas com Malária.
 

 

No estudo realizado num hospital nacional da Guiné-Bissau, os investigadores verificaram que, numa enfermaria onde os funcionários recebiam um subsídio extra e apoio na prestação dos cuidados de saúde, morreram 5% das crianças com Malária, enquanto numa enfermaria onde médicos e enfermeiras não recebiam incentivos financeiros nem supervisão adicional, esse número subia para 10%.
 

 

Apesar de não terem conseguido estabelecer uma ligação entre a apertada supervisão aos cuidados aplicados às crianças e as compensações financeiras, os investigadores concluíram que os médicos e enfermeiros precisam de estar motivados.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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