Mortalidade infantil aumentou ligeiramente em 2009

Taxa exige atenção

06 janeiro 2011
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A taxa de mortalidade em crianças até um ano de vida aumentou ligeiramente em 2009, facto que para o secretário de Estado adjunto e da Saúde, Manuel Pizarro, “não é alarmante”, mas também não pode ser descurado.

 

O último relatório “Indicadores Sociais”, do Instituto Nacional de Estatística, refere que em 2009 morreram 363 crianças antes de completarem um ano de vida, mais 18 do que no ano anterior. Com “o maior aumento desde 1985”, Portugal inverteu desta “forma abrupta” a tendência favorável que vinha registando há décadas ao nível da mortalidade infantil, observa o “Jornal de Negócios”, que dá a notícia.

 

“Estas pequenas oscilações exigem uma atenção muito grande para que, num cenário que pode ter alguns riscos, consigamos manter os bons resultados que temos registado”, observou Manuel Pizarro, citado pela agência Lusa. O mesmo responsável acrescentou que a situação “não é alarmante, mas exige uma monitorização absoluta”, ressalvando que “estamos a falar de números pequeninos” e defendendo que estes dados “têm de ser analisados numa perspectiva plurianual, não em cada ano”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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