Morreu uma das com pneumonia adenovírica

13 pessoas residentes em Lisboa sob investigação médica

15 abril 2004
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A criança de 20 meses que se encontrava internada no Hospital Dr.Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) com pneumonia grave e adenovírus faleceu quarta-feira à noite, segundo um comunicado da direcção do hospital. A mesma nota refere que é «grave o estado de outra criança internada nos cuidados intensivos que está em ventilação assistida há sete dias».Segundo a direcção do Hospital, «há ainda duas crianças isoladas no serviço de pediatria com síndroma de dificuldade respiratória e adenovírus, cuja situação clínica não inspira cuidados». O comunicado adianta que «todos estes casos internados vieram da comunidade já com quadro sugestivo de infecção viral».Fonte do gabinete do ministro da Saúde disse à Lusa que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) irá divulgar, às 17:00, os resultados do estudo epidemiológico feito à comunidade onde vivem as crianças infectadas com o adenovírus, hospitalizadas no Amadora- Sintra.Entretanto, o presidente do Conselho de Administração do Hospital Dona Estefânia, Luís Nunes, negou quarta-feira que as duas crianças internadas naquela unidade com infecções respiratórias tenham pneumonia adenovírica.«Não há qualquer evidência que a infecção seja pelo adenovírus», afirmou o responsável pelo hospital pediátrico de Lisboa, em declarações à agência Lusa, explicando que as duas crianças estão internadas com infecções respiratórias, «tal como muitas outras». O responsável do Hospital Dona Estefânia salientou ainda que as crianças não estão sequer em isolamento ou nos cuidados intensivos.Ao todo, são treze as crianças e um adulto residentes em Lisboa que apresentam infecções respiratórias estão a ser investigados «no quadro de um inquérito epidemiológico» levado a cabo por uma equipa de saúde pública. Segundo o subdirector-geral da Saúde, Francisco George, pretende apurar-se se há ou não, nestes casos, infecção por adenovírus.As amostras a todos os doentes com infecções respiratórias cujas causas estão por apurar foram enviadas para o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (Insa). O mesmo aconteceu com as amostras recolhidas junto de cinco crianças de um infantário em Queluz-Barcarena (o Centro Social e Paroquial de Barcarena) que é frequentado quer por um dos meninos internado no Amadora-Sintra, quer pela criança que deu entrada no CUF Descobertas. Fontes: Lusa e Público

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