Morreu "em paz" mulher a quem justiça deu «direito de morrer»
29 abril 2002
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A britânica de 43 anos que em Março adquiriu o "direito de  

morrer", por um tribunal, morreu hoje "em paz" depois de, a seu pedido, terem sido desligados os aparelhos respiratórios que a mantinham viva, anunciou o Ministério da Saúde.  

 

A "senhora B.", cujo caso suscitou grande polémica nos  

últimos meses, estava paralisada há um ano devido à ruptura de um vaso sanguíneo do pescoço.  

 

Numa decisão inovadora que alterou a jurisprudência  

britânica, o Supremo Tribunal concedeu-lhe o direito de ser  

desligada dos aparelhos respiratórios uma vez que "dispunha da capacidade mental necessária para recusar o tratamento de  

assistência médica" que a mantinha viva.  

 

Este anúncio é feito no mesmo dia em que outra cidadã  

britânica, Diane Pretty, paralisada e em estado terminal devido a uma doença degenerativa, viu rejeitado pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos um pedido de suicídio assistido.  

 

Fonte: Lusa

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