Modelo matemático apresenta soluções para erradicação da Malária em África

Estudo português publicado no PLoS One

13 março 2008
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Cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) desenvolveram um modelo matemático que oferece uma perspectiva optimista para a erradicação da Malária na África Sub-Sahariana e considera altamente improvável o seu reaparecimento nos países industrializados. O estudo foi publicado esta semana pela revista norte-americana PLoS One.
 

 

A equipa foi liderada por Gabriela Gomes, coordenadora da equipa de Epidemiologia Teórica do IGC, um dos principais institutos de investigação biomédica em Portugal, e contou com a colaboração de colegas no Quénia.
 

 

Em declarações à Lusa, a investigadora explicou que segundo o modelo, a melhor forma de erradicar a Malária na região Sub-Sahariana é uma conjugação de duas coisas: “baixar a transmissão nos focos mais intensos - por via de intervenções ambientais, como secar pântanos, colocando-os em regime de transmissão moderada - e aplicar tratamento anti-malárico em massa à população de toda a região para eliminar os parasitas nos casos assintomáticos crónicos".
 

 

O modelo foi parametrizado com dados de Malária clínica de quatro países de África, nomeadamente Gâmbia, Quénia, Malawi e Tanzânia.
 

O trabalho foi realizado com o apoio da Comissão Europeia ao abrigo do programa Equipas de Excelência Marie Curie.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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