Missões humanitárias devem incluir farmacêuticos

Proposta apresentada durante um colóquio na Universidade de Coimbra

09 março 2011
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O transporte, acondicionamento e distribuição de medicamentos em cenário de catástrofe regista falhas que seriam evitáveis se as missões humanitárias incluíssem farmacêuticos, defende Ana Maria Pinto, que propõe a criação de uma organização com esse fim.

 

A proposta - criação de uma organização não governamental de farmácia numa perspectiva de voluntariado – foi na semana passada apresentada pela farmacêutica durante um colóquio na Universidade de Coimbra, disse à Lusa o subdirector da Faculdade de Farmácia, Fernando Ramos.

 

Fernando Ramos afirmou que Ana Maria Pinto, licenciada pela Universidade de Coimbra, "encontrou" uma nova perspectiva para o sector, que define como "farmacêutico humanitário", devido ao papel que este pode ter em casos de catástrofe, em que o medicamento é um bem essencial.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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