Missão humanitária da AMI parte hoje para o Paquistão
20 novembro 2001
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Dois voluntários da Assistência Médica Internacional partem hoje ao início da tarde para o Paquistão, onde vão prestar ajuda humanitária aos refugiados afegãos.
 

 

A viagem é esperada desde Setembro, quando foram pedidos os vistos, mas Islamabad tardou a emitir a autorização, o que já levou a AMI a acusar o governo paquistanês de violar os direitos humanos.
 

 

Os voluntários querem chegar a Peshawar, cidade paquistanesa que faz fronteira com o Afeganistão, para prestar ajuda a um campo com 10 mil refugiados.
 

 

Mais dois médicos, um técnico de apoio e três enfermeiros da AMI portuguesa aguardam também a possibilidade de viajar para o Paquistão.
 

 

Entretanto, uma caravana com 48 camiões do Programa Alimentar Mundial (PAM) partiu hoje de manhã de Peshawar (nordeste do Paquistão) com toneladas de trigo para tentar chegar à capital afegã, Cabul, no final do dia.
 

 

A caravana não tem porém qualquer escolta, segundo referiu um responsável do PAM em Peshawar, que se recusou a explicar como será garantida segurança aos camiões.
 

 

A estrada que liga Jalalabad a Cabul, uma das principais do Afeganistão, - onde quatro jornalistas foram mortos ontem por assaltantes armados - não é considerada segura.
 

 

Portugal vai, entretanto, participar na ajuda humanitária ao Afeganistão, uma revelação feita ontem pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama.
 

 

Esta ajuda terá duas vertentes: uma de apoio a Organizações Não Governamentais, com uma verba de um milhão de euros (mais de 200 mil contos), e outra de apoio logístico, com um «meio aéreo» e uma «equipa médica militar».
 

 

Fonte: Lusa
 

 

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