Ministra da saúde apela à vacinação contra sarampo

Surto atinge a Europa

19 maio 2011
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A ministra da Saúde, Ana Jorge, apelou à vacinação contra o sarampo, lembrando que, apesar das elevadas taxas de cobertura, há "bolsas da população" em que os níveis são mais reduzidos.

 

Em declarações à agência Lusa, Ana Jorge, referiu que o País tem uma taxa de cobertura de 95% na vacina do sarampo, embora tenha alertado para a existência de “bolsas de população, sobretudo nos grandes centros urbanos como Lisboa, em que a taxa de vacinação não é tão elevada”.

 

“Os serviços estão a organizar-se para identificar os locais onde esta taxa de vacinação é menor”, garantiu a governante, apelando à “responsabilidade de cada um”, em especial dos jovens e adultos, faixas etárias em que, segundo a ministra, “é mais difícil aos serviços de saúde chegar com os alertas de vacinação”.

 

A ministra frisou que, “apesar de ser considerada uma doença benigna, o sarampo é uma doença muito grave e preocupante e só com uma taxa de cobertura de vacinação de 98% é que será possível garantir que não poderá haver surto de sarampo”. A responsável apelou ainda que, desde que as pessoas se vacinem, “há capacidade de garantir que não vai haver surto de sarampo em Portugal".

 

Segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS), Portugal registou este ano dois casos de sarampo importado, sem que os infectados tenham transmitido a doença. Apesar do número reduzido de casos de sarampo em Portugal, a Direcção-geral de Saúde (DGS) publicou um aviso sobre a necessidade de vacinação contra a doença a fim de evitar a proliferação do surto que está a atingir vários países da Europa, nomeadamente Espanha e França.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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