Ministério Público investiga casos dos seis doentes que ficaram cegos

Inquérito procura responsáveis

31 julho 2009
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O Ministério Público (MP) abriu um inquérito-crime ao caso dos seis doentes que ficaram cegos após uma intervenção oftalmológica no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, revelou a Procuradoria-Geral da República (PGR).

 

A nota da PGR diz o seguinte: “Atento ao teor das notícias publicadas relativamente às ocorrências no Hospital de Santa Maria e podendo estar em causa crimes de erro em intervenções e tratamentos médicos e/ou crimes de corrupção de substâncias médicas e porque tais crimes, a existirem, têm natureza pública, a Direcção do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa determinou a instauração de um processo-crime”.

 

Segundo a mesma nota, citada pela agência Lusa, este processo-crime visa o "apuramento de existência de crime, importando, em caso afirmativo, apurar quais são os seus autores ou responsáveis médicos".

 

Além da investigação determinada pelo DIAP, estão em curso outras duas investigações ao caso: uma da responsabilidade da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (INFARMED), para verificar em termos laboratoriais o medicamento (Avastin) aplicado aos doentes, e outra da iniciativa da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS), para apurar o que realmente se passou relativamente a este caso.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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