Ministério da Saúde recomenda controlo electrónico de assiduidade

Notícia veiculada pelo jornal Público

29 dezembro 2006
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O Ministério da Saúde instou quarta-feira todos os estabelecimentos públicos a adoptar sistemas automáticos, de preferência electrónicos, para controlar a assiduidade dos funcionários, noticia a edição de quinta-feira do jornal Público.
 

 

A recomendação foi apresentada em circular enviada pela Secretaria-Geral do Ministério depois de a Inspecção-Geral de Saúde (IGS) ter concluído que a esmagador a maioria dos estabelecimentos não cumpre uma lei com oito anos, limitando-se a fiscalizar a assiduidade com livros de ponto.
 

 

A circular surge na sequência de uma acção temática da IGS que concluiu que a esmagadora maioria dos estabelecimentos públicos não cumprem uma lei com oito anos, porque fiscalizam a assiduidade dos trabalhadores através de sistemas manuais (livro de ponto ou impressos).
 

 

Da lista dos 82 hospitais inquiridos pela Inspecção, apenas dois tinham sistemas electrónicos (com cartões) a funcionar e quatro possuíam sistemas mistos, manuais e mecânicos. Nestes últimos casos, os médicos estavam dispensados do controlo mecânico.
 

 

Em reacção a esta medida, o bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, considerou lamentável, imprópria e populista a decisão do Governo de controlar a assiduidade dos profissionais de Saúde, que, na sua opinião, só vai causar perturbações.
 

 

Para o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) trata-se de um "gasto inútil e desnecessário", já que, adianta, a "assinatura da pessoa é o documento mais fiável". Em declarações à Lusa, José Azevedo, do SEP, disse que para os enfermeiros este processo "é um gasto inútil e desnecessário", dado que estes profissionais auto-regulam-se.
 

 

Fonte:Público
 

MNI- Médicos na Internet
 

 

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