Minimizar a dor é a principal prioridade dos doentes reumáticos

Estudo português efectuado junto de 1.686 doentes

07 outubro 2008
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Um estudo português realizado em conjunto por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e pela BioEPI – Clinical and Translational Research Center revela insatisfação dos doentes reumáticos quanto ao controlo das dores.
 

O estudo, liderado Prof. Doutor Pereira da Silva, foi realizado junto de 1.686 doentes e 56 reumatologistas.
 

 

Os resultados da investigação indicam que a maior prioridade dos doentes relativamente aos sintomas em que gostariam de ver melhorias diz respeito à "dor do reumatismo" (70,04%). É na osteoartrose que os doentes mais tendem a valorizar a dor (74,01%), ao passo que os que sofrem de artrite reumatóide tendem a valorizar mais o prejuízo funcional (51,42%), ou seja, a capacidade de moverem as mãos e os dedos.
 

 

Quanto aos tratamentos usados nas patologias do foro reumatológico, verificou-se um claro predomínio dos fármacos anti-inflamatórios, que possuem uma acção limitada do ponto de vista analgésico, tanto nas referências dos doentes como nas intenções de prescrição dos reumatologistas. Na lista de fármacos referidos pelos doentes e pelos médicos, verificou-se uma quase ausência dos opióides fortes (opióides agonistas tipo morfina, transdérmicos, agonistas parciais, agonistas-antagonistas mistos). Apenas 4,9% dos doentes afirma estar a receber tratamento com base em opióides fracos em combinação.
 

 

Alert Life Sciences Computing, SA

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