Metade das despesas da saúde são em medicamentos

INE divulga dados sobre gastos das famílias portuguesas

14 setembro 2003
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Mais de 50 por cento da despesa média das famílias em saúde destina-se à compra de medicamentos, aparelhos e material terapêutico, segundo o relatório «Portugal Social» divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) na sexta-feira.
 

 

De acordo com o relatório, Portugal, em comparação com os restantes países da UE, é dos países que têm menos profissionais de saúde por habitante.
 

 

O INE revela ainda que, de 1991 a 2001, a procura de cuidados médicos não deixou de crescer, tendo as consultas nos hospitais e centros de saúde subido 25 por cento numa década.
 

 

No entanto, os internamentos têm agora tendência para serem mais curtos – cada doente permanece, em média, 8,9 dias internado nos hospitais – muito embora existam diferenças regionais para as quais o INE não tem explicação.
 

 

As Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) são responsáveis, em 1999, por aproximadamente três por cento das prestações sociais concedidas e o Serviço nacional de Saúde consagra 413M€ à actividade hospitalar.
 

 

As principais causas de morte nos idosos são por doença do aparelho circulatório (50 por cento dos casos em pessoas com 80 ou mais anos) e por morte violenta na adolescência (mais de 45 por cento dos casos na faixa etária entre os 20 e os 29 anos).
 

 

As mortes por tumores malignos atinge o seu máximo na faixa etária entre os 50 e os 64 anos, não chegando a alcançar, no entanto, os 40 por cento dos casos registados. A tuberculose tende a persistir como problema de saúde pública.
 

 

Fonte: Diário Digital
 

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