Mercúrio presente nas amálgamas dentárias não danifica cérebro das crianças

Estudo apresentado no “Journal of the American Dental Association”

21 fevereiro 2008
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O mercúrio presente na amálgama dentária, vulgarmente conhecida por chumbo, colocada no tratamento de cáries não altera o desenvolvimento do cérebro infantil, revela um estudo conduzido por investigadores portugueses e norte-americanos.
 

 

Embora não existam estudos claros que associassem o mercúrio, presente na amálgama prateada, com casos de envenenamento, vários especialistas temem que o metal possa causar danos cerebrais, especialmente em crianças.
 

 

O estudo liderado por Martin Lauterbach, neurologista da Universidade de Lisboa, acompanhou 507 crianças que tinham sido tratadas com amálgamas e outras com resina quando tinham entre 8 a 12 anos.
 

 

Durante sete anos, os investigadores não registaram diferenças entre os grupos no que concerne a sintomas neurológicos, como tremores, disfunções visuais e auditivas ou alterações na coordenação.
 

 

Estes resultados somam-se a outros já realizados, incluindo um anteriormente efectuado com o mesmo grupo de crianças, o qual concluiu não existirem provas de que as amálgamas dentárias possam causar danos no desenvolvimento intelectual ou comportamental das crianças.
 

 

O uso do chumbo dentário tem vindo a ser amplamente debatido na comunidade médica norte-americana, com alguns grupos de especialistas, consumidores e legisladores a pedir a sua proibição.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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