Menor tempo de espera de sempre para cirurgia no SNS

Relatório do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia de 2013

11 junho 2014
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O Serviço Nacional de Saúde (SNS) registou o menor tempo de espera de sempre para cirurgia por parte dos doentes em 2013, apurou a agência Lusa.

 

Segundo dados do relatório síntese do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) para o ano de 2013, o tempo de espera para cirurgias foi de 2,8 meses, tendo assim descido pela primeira vez abaixo dos três meses. Foram efetuadas 544.377 cirurgias até dezembro de 2013, o que representa um acréscimo de 1,9% em relação ao ano anterior.

 

No entanto, os tempos de espera para as cirurgias para doenças oncológicas sofreram uma subida . O número de doentes com esta patologia operados num ano (no público, no privado e nas instituições com protocolo) também aumentou, tendo sido o maior de sempre: 44.264 doentes (mais 6,1% face ao ano anterior).

 

O aumento acima referido “reforça a necessidade de prevenir o aparecimento destas doenças, continuar a melhorar a articulação entre os cuidados de saúde primários e a intervenção hospitalar, e encetar novas medidas para aumentar a resposta do SNS face à estimativa de aumento da incidência deste flagelo”, considera a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), responsável pelo relatório.

 

A percentagem de inscritos que ultrapassaram o Tempo Máximo de Resposta Garantida (TMRG) foi de 12,8%, no final de 2013, também o mais baixo resultado de sempre no SNS.

 

No total de doenças sujeitas a cirurgia, houve um aumento de 3,2% nas entradas em Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) e um aumento de 5,6% do número total de inscritos para cirurgia relativamente a 2012.

 

Relativamente aos hospitais públicos, registou-se igualmente um aumento da atividade cirúrgica, em 4,1%, o melhor resultado de sempre, com 502.251 doentes operados, tendo sido ultrapassada a barreira dos 500 mil. Os hospitais públicos apresentaram também um aumento de 6,3% nas cirurgias ao cancro, tendo sido operado o maior número de doentes de sempre, 44.024.

 

O sector convencionado, por outro lado, sofreu uma redução da atividade de 40,7%, face a 2012. A ACSS salienta que o recurso ao setor convencionado ocorre apenas quando 75% do TMRG é ultrapassado.

 

Apesar deste desempenho, a mediana de tempo de espera para estes doentes foi de mais um dia em 2013, face a 2012, e entre estes dois anos, a percentagem de inscritos com cancro, que ultrapassaram o TMRG, aumentou 15,7%.

 

O relatório destaca, contudo, a “melhoria do acesso nas áreas de cancro da mama (redução da mediana do tempo de espera em 5%), cancro do cólon e reto (redução da mediana do tempo de espera em 9,5%) e cancro da cabeça e pescoço (redução da mediana do tempo de espera em 12%)”. As áreas de neoplasias malignas da pele e cancro da próstata “continuam a apresentar tempos de espera que importa reduzir de forma contundente”, alerta o relatório.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Lista de Cirugia para a obesidade

Bom dia,

Não creio que as listas estejam melhores estou na lista para a cirugia barica à 10 meses, os problemas tornam-se cada vez mais.graves e não há quem ligue.

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Bom dia,

Não creio que as listas estejam melhores estou na lista para a cirugia barica à 10 meses, os problemas tornam-se cada vez mais.graves e não há quem ligue.

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