Médicos vão receber novos incentivos
07 dezembro 2001
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O Ministério da Saúde vai alterar os incentivos à mobilidade dos médicos, criados pela equipa liderada por Manuela Arcanjo, e deverá fazer avançar um projecto de decreto-lei no início do próximo ano.
 

 

Fonte contactada pela agência Lusa indicou que o projecto inicial contemplava apenas a deslocação de médicos do litoral para o interior e que uma das alterações refere-se à possibilidade inversa, "se for confirmada a necessidade" de clínicos em zonas não rurais.
 

 

O pacote de incentivos à mobilidade dos médicos previa um subsídio até 15 vezes o salário, residência paga até 200 contos mensais e outros benefícios não pecuniários para a formação e o agregado familiar.
 

 

Este conjunto de incentivos visava a resolução das assimetrias ainda existentes na distribuição dos recursos humanos da saúde.
 

 

As maiores carências registam-se a nível das especialidades, nomeadamente anestesiologia, radiologia, psiquiatria, pediatria médica, pneumologia, imuno-hemoterapia, patologia clínica e ginecologia/obstetrícia.
 

 

Os incentivos aos médicos previstos no documento apresentado em Abril incluíam um subsídio para a fixação, o qual consistiria num único abono pecuniário a atribuir logo após o início de funções no estabelecimento ou serviço de destino.
 

 

Este subsídio - a pagar de uma só vez - será de montante correspondente ao vencimento base mensal, multiplicado pelos factores seis, dez ou 15, consoante se trate de deslocação para localidade situada a uma distância entre 50 e 80 quilómetros, entre 80 e 120 quilómetros ou superior a 120 quilómetros do local da residência.
 

 

Fonte: Público

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