Médicos são profissionais de saúde que mais defendem encerramento de maternidades

Estudo de mercado da Medinfo

15 setembro 2006
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Os enfermeiros e os farmacêuticos discordam do encerramento das maternidades, enquanto os médicos concordam com a decisão do Governo, refere um estudo da Medinfo, do grupo Marktest, com base em 453 entrevistas a profissionais de saúde.
 

 

Segundo o estudo de opinião divulgado esta semana, dos profissionais de saúde inquiridos, mais de metade (57%) "discorda" ou "discorda totalmente" do encerramento das maternidades.
 

 

Os farmacêuticos, com 77%, e os enfermeiros, com 59%, são os que "mais se opõem ao encerramento daquelas unidades de saúde", de acordo com estudo elaborado durante os meses de Junho e Julho. "Já na classe médica, 60% concorda com a decisão do Governo e apenas 13% discorda totalmente", acrescenta.
 

 

Segundo o estudo, "distância a percorrer até às maternidades é o principal argumento de discordância do encerramento", para quem “se devem melhorar as condições daquelas unidades, em vez de as encerrarem". "A falta de condições ou poucas condições técnicas nas maternidades que vão ser encerradas" e a "falta de técnicos especializados", são as razões apontadas pelos 43% dos profissionais de saúde que defendem o encerramento daqueles serviços.
 

 

A amostra é constituída por 189 médicos de Clínica Geral e Medicina Familiar, 206 enfermeiros e 158 farmacêuticos em Portugal continental e nas ilhas e tem uma margem de erro que se situa nos 4.59 pontos percentuais.
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI-Médicos Na Internet
 

 

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