Médicos investigam experiências de “quase-morte”

Estudo da University of Kentucky

04 junho 2006
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Neurologistas da University of Kentucky, em Lexington, nos EUA, dizem que as experiências vividas por pessoas que estiveram à beira da morte têm explicação biológica e não espiritual.
 

 

Num estudo comparativo com 110 pessoas, 55 das quais relatavam experiências de “quase-morte”, os cientistas concluíram que, em certas pessoas, nesse tipo de situação - quando se chega muito perto da morte - são activadas as mesmas partes do cérebro que entram em acção quando sonhamos.
 

 

Os cientistas concluíram que nos indivíduos que tiveram a experiência, as fronteiras entre o estado de sonho e o de consciência tendem a ser menos claras.
 

 

A experiência de "quase-morte" foi definida pelos cientistas como um período, durante o qual existe um alto risco de vida, nos quais os pacientes dizem recordar-se de sensação de estar fora do corpo, de ver uma luz intensa ou viver uma sensação de paz profunda.
 

Segundo os cientistas, muitas dessas sensações também são vivenciadas por pessoas que estão no estado do sono conhecido como REM, sigla em inglês para Rapid Eye Movement, ou movimento rápido do olho.
 

 

MNI- Médicos na Internet
 

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