Médicos britânicos praticam a eutanásia

Mais de 18 mil pessoas morrem com ajuda de profissionais

20 setembro 2004
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Hazel Biggs, directora de medicina forense na Universidade de Kent (Inglaterra) e autora de «Euthanasia - Morte com Dignidade e Lei», estima que os médicos britânicos, assistentes de doentes em fase terminal, ajudam a morrer, anualmente, pelo menos 18 mil pessoas.Esta revelação - que constituiu ontem manchete no semanário britânico «The Observer» - é tornada pública, pela primeira vez, pela voz autorizada de uma especialista com credibilidade. Segundo o jornal, Hazel Biggs já apresentou provas daquilo que afirma à Comissão Especial da Câmara dos Lordes, que está a analisar um projecto de lei sobre morte assistida para doentes em fase terminal. «The Observer» adianta ainda que a especialista escreveu também um artigo sobre esta questão, a publicar no «European Journal for Health Law».O trabalho de investigação de Hazel Biggs é sustentado por informação recolhida junto de médicos do Reino Unido e, também, da Holanda e da Austrália. A notícia deverá reactivar o debate sobre a eutanásia no Reino Unido, onde os prevaricadores incorrem numa pena de prisão de 14 anos. A opinião pública é favorável a alterações na lei. Fonte: Jornal de Notícias

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