Médico francês e sua mulher são congelados para testar avanços da ciência
27 fevereiro 2002
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Raymond Martinot, médico francês de 80 anos, faleceu na semana passada, mas sem antes ter deixado em papel o seu último desejo: ser congelado no seu castelo onde já se encontrava a sua mulher que morreu em 1984 vítima de cancro.
 

 

A história parece um verdadeiro argumento de filme de suspense, mas é pura realidade. Segundo a agência de notícias France Press, antes de falecer, Raymond Martinot acreditava que ainda poderá desfrutar dos promissores avanços da ciência.
 

 

Martinot expressou ainda o desejo de um dia, quando a ciência o permitir, ressuscitar a sua mulher e curá-la.
 

 

Mas a autoridade administrativa francesa não aceita o último pedido de Raymond Martinot e já anunciou a intenção de recorrer à Justiça para resolver a questão. Segundo a lei francesa, o congelamento é ilegal. As únicas soluções para os corpos são o cremação ou o enterro.
 

 

O médico, doutorado em biologia, não ocultava as suas crenças, e inclusive chegou a organizar visitas à cripta onde se encontra o congelador, fechado com uma grande corrente dourada e com uma foto da mulher na porta.
 

MNI-Médicos Na Internet
 

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