Médico alemão prescreve conjugação letal de fármacos a mulher idosa saudável

Caso divulgado pelo próprio em conferência de imprensa

06 julho 2008
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Um médico alemão convocou uma conferência de imprensa para divulgar como tinha ajudado uma mulher de 79 anos, saudável, mas que não queria acabar os seus dias num lar de terceira idade, a cometer suicídio.
 

 

Bettina Schardt sabia que a combinação de fármacos que ingeriu na sala de estar de sua casa em Würzburg, na semana passada, a iria matar. Ali morreu sozinha, diante de uma câmara de filmar.
 

 

Não foi um suicídio vulgar. O médico Roger Kusch indicou-lhe a combinação exacta de fármacos antimaláricos e tranquilizantes necessários para se suicidar sem dor, e instalou a câmara para registar o momento. O médico não lhe administrou a medicação, pelo que não infringiu qualquer lei alemã.
 

 

O caso desencadeou uma tempestuosa controvérsia, não só pela maneira como o médico divulgou o seu papel naquela morte - convocando uma conferência de imprensa onde divulgou alguns dos últimos momentos de Bettina e excertos do vídeo - como também pelas razões do suicídio.
 

 

Sexta-feira passada cinco dos 16 estados alemães pressionaram o Governo federal para que restrinja as leis que permitem o suicídio assistido, de modo a tornar ilegal que as empresas lucrem ensinando as pessoas a suicidarem-se.
 

 

Fonte: Lusa
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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