Medicamentos vendidos fora das farmácias

Correia de Campos garante que não haverá apenas um farmacêutico responsável por uma longa lista de postos

17 agosto 2005
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Depois da publicação do decreto-lei e das críticas das organizações profissionais do sector (Ordem dos Médicos e Ordem dos Farmacêuticos), o Ministério da Saúde veio explicar que apenas alterou a versão inicial do diploma (a qual obrigava cada local de venda a ter um farmacêutico ou técnico) por "razão de mero bom senso".O Ministério da Saúde (MS) admitiu a possibilidade de definir "um número máximo" de locais de venda dos medicamentos não sujeitos a receita médica por cada farmacêutico ou técnico, através de directiva do INFARMED, "se tal se revelar necessário".O ministério sublinha ainda que os novos postos de venda "têm de cumprir requisitos legais e regulamentares iguais aos das farmácias" e que a venda de medicamentos se vai processar em moldes semelhantes aos das farmácias.A regulamentação da venda de medicamentos sem receita será feita por portaria conjunta "a publicar dentro de dias". Fora das farmácias, a partir de 16 de Setembro, apenas começarão a ser vendidos os medicamentos não sujeitos a receita médica e não comparticipados.Fonte: Público

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