Medicamentos vão aumentar em 2002 e 2003

Ministério da Saúde e Apifarma assinam protocolo que define crescimento do sector

02 outubro 2001
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Ministério da Saúde e Apifarma assinam protocolo que define crescimento
 

 

O preço dos medicamentos deverá aumentar em 2002 e 2003. Esta vai ser a contrapartida às limitações a acordar, ainda hoje, entre o Ministério da Saúde e a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) no que toca ao crescimento do sector.
 

 

Segundo o jornal «Correio da Manhã», os preços dos medicamentos vão aumentar 2,5 por cento no próximo ano. O acréscimo de preços é uma contrapartida dada pelo ministro à Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica para a assinatura de um protocolo que define limites máximos para o crescimento do mercado de medicamentos.
 

 

O presidente da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, Gomes Esteves, disse à agência Lusa que o preço dos medicamentos deverá aumentar nos próximos dois anos, já que está congelado desde 1999.
 

 

O protocolo acordado entre as duas partes estabelece tectos máximos de crescimento para a despesa em medicamentos, e consequentemente para a indústria farmacêutica que, caso sejam ultrapassados, envolvem mecanismos de retorno através do Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento.
 

 

 

Linhas de acção para 2002
 

 

Ampliar os ganhos em saúde dos portugueses, aumentar a confiança dos cidadãos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e a auto-estima dos seus profissionais são os principais objectivos de as Grandes Opções do Plano (GOP) para 2002, segundo o ministro da Saúde Correia de Campos.
 

 

Melhorar a qualidade da despesa e combater o desperdício, promover a modernização administrativa do Ministério da Saúde e da gestão do SNS, preparar o futuro, responder perante a sociedade e incentivar o exercício da cidadania em saúde são outras medidas.
 

 

Com este plano do GOP 2002, o governo vai iniciar e continuar a construção de dez novos hospitais, remodelar 82 edifícios de unidades hospitalares já existentes e intervir com obras de beneficiação em pelo menos outros 200.
 

 

As linhas de acção para 2002 compreendem ainda, e de acordo com a tutela, a implementação de o Plano Nacional de Luta Contra a Dor, criados programas próprios para a SIDA, Tuberculose e Saúde Mental e executados o Programa Nacional de Controlo da Diabetes Mellitus e o Plano Oncológico Nacional.
 

 

Paula Pedro Martins
 

 

MNI - Médicos Na Internet
 

 

Fonte: Lusa e Correio da Manhã
 

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