Medicamentos falsificados avaliados pelo INFARMED

93% das amostras são contrafeitos

30 setembro 2008
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O INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) que regula o sector de medicamento alertou esta semana que há cidadãos em Portugal "a correr sérios riscos de saúde" por consumirem medicamentos contrafeitos, que já invadiram áreas como a oncologia e a cardiologia.
 

 

O alerta do INFARMED foi feito durante a apresentação de resultados preliminares de uma investigação a medicamentos falsificados, a qual revelou “dados preocupantes”. Das 85 amostras de medicamentos provenientes de encomendas postais que o INFARMED está a investigar desde Junho, 79 (93%) são medicamentos contrafeitos, oriundos da Índia e da China.
 

 

Os medicamentos contrafeitos - que durante algum tempo incidiam mais em áreas como a impotência sexual e o emagrecimento - abrangem actualmente especialidades como a oncologia, a cardiologia e a neurologia.
 

 

Para avaliar se um medicamento é contrafeito, o INFARMED utiliza três parâmetros: identificação da substância activa, doseamento de substância activa e detecção de impurezas.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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