Marijuana baralha contas

Quem consome apresenta menor capacidade para os números, aponta estudo

25 junho 2003
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Atenção futuros engenheiros, matemáticos e economistas: um novo estudo revela que os estudantes da secundaria que fumam marijuana são mais propensos a ter baixas classificações e matemática, bem como a concluir os seus estudos, em comparação com os estudantes que não fumam a droga.
 

 

No entanto, quem optar pelas áreas de letras têm menos a temer. Tudo porque, dizem os investigadores, os registos não mostram diferenças nas classificações de leitura entre quem fumam marijuana e os que se abstiveram a fumar erva.
 

A economista Rosalie Pacula, do grupo de políticas públicas RAND, apresentou a suas descobertas numa conferencia sobre os aspectos económicos da saúde mundial nos Estados Unidos.
 

 

O estudo observou cerca de seis mil classificações de provas estandardizadas de quem tinha começaram a utilizar marijuana durante a frequência da escola secundaria no ano de 1990 e comparou com os resultados obtidos na conclusão dos estudos em 1992.
 

 

Quem começou a fumar marijuana tinha classificações 15 por cento mais baixas na área de ciências que os não fumadores da droga, no entanto não houve diferenças nas provas de leitura, disse Pacula.
 

 

Esta classificação inferior em matemáticas poderia dar como resultado um salário cerca de dois por cento mais baixo posteriormente, quando começavam a trabalhar, indica o estudo. «Tem todo o sentido que a marijuana afecte certos tipos de funções cognitivas, particularmente nas coisas que são mais difíceis e captar como as matemáticas», concluiu Pacula.
 

 

Traduzido e adaptado por:
 

Paula Pedro Martins
 

Jornalista
 

MNI-Médicos Na Internet
 

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