Malária é doença “importada” que mais mata em Portugal

Dados do VIII Congresso Nacional de Doenças Infecciosas

17 outubro 2006
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Em Portugal, as “consultas do viajante” são já uma realidade e permitem preparar as idas ao estrangeiro prevenindo algumas patologias. Saraiva da Cunha, professor universitário e especialista na área, refere ser “possível eliminar-se quase totalmente o risco de Malária com a prevenção adequada, feita antes da viagem”.
 

 

Dados apresentados no VIII Congresso Nacional de Doenças Infecciosas, realizado na semana passada no Porto, revelam que em Portugal, a Malária mata dez vezes mais que todas as outras doenças “importadas” somadas e pode conduzir à morte do doente num curto período de tempo.
 

 

As outras doenças do viajante que merecem preocupação nos serviços de saúde portugueses que seguem estas patologias são a chamada Diarreia do Viajante, as Hepatites A e B e a Leptospirose, uma doença que habitualmente se contrai em actividades de lazer.
 

 

E visto não existirem em Portugal registos de aves infectadas, a “Gripe das Aves” também é considerada uma doença do viajante. Qualquer caso registado em solo português será um caso importado.
 

 

Os outros temas apresentados no congresso relacionaram-se com as complicações decorrentes dos tratamentos anti-retrovíricos e infecção pelo VIH Sida na criança e no idoso; as resistências antimicrobianas e a transmissão materna do VIH e a infecção pediátrica.
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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